COMPUTADOR FALANTE (PORTUGAL)
Universidade de Aveiro cria computador falante
A Universidade de Aveiro está desenvolvendo um programa de
computador capaz de produzir voz em português e nas diversas
variantes regionais.
O programa recorre a ondas sonoras, com um
sintetizador articulatório e pode ser aplicado a diversas
tarefas.
Os investigadores do projeto dizem que o sistema pode ser
aplicado a várias tarefas relacionadas com a transmissão e
acesso a informações, como a leitura de informação
apresentada num monitor ou a navegação
na Internet para deficientes visuais.
O ensino de línguas assistido por computador, a terapia da
fala ou um
sistema de tradução automática podem ter outras utilidades
deste sistema, que envolve especialistas das áreas de
fonética, sintaxe, morfologia, processamento de sinal,
ciências da computação e de
medicina.
O sintetizador usado baseia-se na «modelação direta dos
processos de
produção usados pelo ser humano, simulando os movimentos da
língua, maxilar e cordas vocais e o funcionamento das
cavidades nasais e a
propagação e radiação do som, pelo que pode produzir várias
vozes diferentes «com qualidade aceitável».
A equipe de investigação de Aveiro explica que o
sistema «ainda não
consegue produzir todos os sons do Português, como as
fricativas e
também não é capaz de fazer a conversão de texto para voz».
Nesta altura, a maior dificuldade prende-se com os sons
nasais do
português, porque são «sons característicos e apresentam
dificuldades
acrescidas de análise. São uma área pouco conhecida e pouco
explorada. O grande desafio do projeto é de fato a grande
variedade
da língua», sublinham os investigadores da Universidade de
Aveiro.
Enquanto decorrem as gravações para apoiar o desenvolvimento
deste
projeto, foram já iniciados os módulos de processamento
lingüístico
para que o sistema possa vir a produzir voz a partir de
texto
escrito.
ALTERAÇÕES À GRAFIA BRAILLE PARA
A LÍNGUA PORTUGUESA
Nota Oficial da Comissão Brasileira do
Braille (CBB)
A transcrição desta obra deverá estar de acordo com a
"Grafia Braille
para a Língua Portuguesa -- Braille Integral", constante da
publicação
CDU 376.352, editada em tinta e em Braille pelo Ministério
da Educação e
aprovada pela Portaria Ministerial n. 2679, de 26 de
setembro de 2002,
com vigência a partir de 01 de janeiro de 2003.
O referido documento foi elaborado pela Comissão Brasileira
do Braille
e pela Comissão de Braille de Portugal após prolongados e
criteriosos
estudos técnicos.
No final desta nota você encontrará uma listagem com
símbolos
estabelecidos pela "Grafia".
A maioria deles já é do seu conhecimento, mas existem
alterações e
alguns símbolos novos.
As alterações e a adoção de novos símbolos basearam-se
principalmente
nos seguintes critérios:
1. Ajustar a grafia básica a novas necessidades da
representação
Braille.
2. Adequar a escrita Braille à modificações realizadas nas
representações gráficas decorrentes do avanço científico e
tecnológico e
do emprego cada vez mais freqüente da informática.
3. Evitar a duplicidade de representação de símbolos
Braille.
4. Ajustar a grafia básica, considerando o "Código
Matemático
Unificado" (CMU), adotado no Brasil desde 1997.
5. Garantir a qualidade da transcrição de textos para o
Sistema
Braille, especialmente dos livros didáticos.
6. Favorecer o intercâmbio entre pessoas cegas e
instituições de
diferentes países de Língua Oficial Portuguesa.
Atender às recomendações da União Mundial de Cegos (UMC) e
da UNESCO
quanto à unificação das grafias por grupos lingüísticos.
Em caso de dúvida, você poderá consultar a "Grafia Braille
para a Língua
Portuguesa", em cujo texto encontrará todos os símbolos
adotados, as
respectivas normas de aplicação e diversos exemplos
ilustrativos.
A seguir, listagem de símbolos adotados pela "Grafia".
Tabela: Item inicial é o número correspondente a célula
Braille, em
seguida seu valor.
2 vírgula
2 3 ponto-e-vírgula
2 5 dois-pontos
3 ponto ou apóstrofo
2 6 ponto de interrogação
2 3 5 ponto de exclamação
3 3 3 reticências
3 6 hífen ou traço de união
3 6 3 6 travessão
2 4 6 1 3 5 círculo
1 2 6 abre parênteses numérico
3 4 5 fecha parênteses numérico
1 2 6 3 abre parênteses literal
6 3 4 5 fecha parênteses literal
1 2 3 5 6 abre colchetes/ chaveta numérico
2 3 4 5 6 fecha colchetes /chaveta numérico
1 2 3 5 6 3 abre colchetes / chaveta literal
6 2 3 4 5 6 fecha colchetes /chaveta literal
2 3 6 abre e fecha aspas, vírgulas altas ou comas
6 2 3 6 abre e fecha aspas angulares
5 6 2 3 6 abre e fecha outras variantes de aspas (aspas
simples, por
exemplo)
3 5 asterisco
1 2 3 4 6 "e" comercial &
6 2 barra
4 5 6 barra vertical
2 5 1 3 5 seta para a direita
2 4 6 2 5 seta para a esquerda
2 4 6 2 5 1 3 5 seta de duplo sentido
4 1 5 euro
5 6 cifrão
4 5 6 3 5 6 por cento
4 5 6 3 5 6 3 5 6 por mil
2 3 4 2 3 4 parágrafo(s) jurídico(s)
2 3 5 mais
3 6 menos
2 3 6 multiplicado por
2 5 6 dividido por, traço de fração
2 3 5 6 igual a
5 2 5 6 traço de fração
1 3 5 maior que
2 4 6 menor que
3 5 6 grau(s)
1 2 5 6 minuto(s)
1 2 5 6 1 2 5 6 segundo(s)
4 6 sinal de maiúscula
4 6 4 6 sinal de maiúscula em todas as letras da palavra
2 5 4 6 4 6 sinal de série de palavras com todas as letras
maiúsculas
5 sinal de minúscula latina; sinal especial de translineação
de
expressões matemáticas
5 6 sinal restituidor de significado original de um símbolo
Braille
3 4 5 6 sinal de número
1 6 sinal de expoente ou índice superior
3 4 sinal de índice inferior
3 5 sinal de itálico, negrito ou sublinhado
5 2 5 sinal de transpaginação
1 5 6 arroba
5 2 sinal delimitador de conteúdo informático
Brasília, outubro de 2002.
Marilene Ribeiro dos santos (pela comissão
brasileira do Braille CBB)
INSTITUTO PADRE CHICO
75 anos de dedIcação (1928-2003)
FUNDAÇÃO DORINA NOWILL
Duas formas diferentes de navegar: versão
gráfica e a versão em texto com maior contraste destinada
para pessoas que possuem baixa visão.
LARAMARA-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
ASSISTÊNCIA AO DEFICIENTE VISUAL
O site esta sendo reformulado; em breve
será disponibilizada a nova versão. Para conhecer mais a
organização clique no título acima.
REVISTA "POLIEDRO"
Quase 50 anos de vida de uma revista
diferente. Diferente pelo seu conteúdo, diferente pelos seu
formato e invulgar pela sua longevidade. Primeiro artigo
publicado na revista em setembro de 1956, escrito por
Albuquerque e Castro.
CESEC- CENTRO DE EMANCIPAÇÃO SOCIAL E
ESPORTIVA DE CEGOS
Um espaço virtual precioso; vale a pena
conferir.
ADEVA- ASSOCIAÇÃO DE DEFICIENTES
VISUAIS E AMIGOS
MISSÃO
Promover a
inclusão do deficiente visual na sociedade por meio de uma
educação global integrada e de sua capacitação,
reciclagem profissional e inserção no mercado de
trabalho, preparando-o para o pleno exercício da cidadania.
VISÃO
Constituir-se em um modelo de referência nacional na oferta
de oportunidades de educação, informação e
profissionalização para os deficientes visuais no País.
Louis Braille e seu Alfabeto
Páginas
da WEB Acessíveis a Cegos.
Acessibilidade.
(Aula)
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EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
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| Páginas na WEB destinadas aos
deficientes visuais não são, evidentemente, nenhuma
novidade; trabalhos maravilhosos, projetos como o DOSVOX
são transcendentais. Como informação,
o DOSVOX é um sistema de síntese de voz, em
português, desenvolvido pelo Núcleo de Computação
Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
De acordo com informações, atualmente o projeto
conta com mais de 2.000 usuários espalhados pelo
Brasil. Todavia, nós do Almanaque "Pridie Kalendas", ainda somos neófitos
nesse assunto, porém, aprendendo com todos vocês,
temos certeza absoluta que desenvolveremos mais um
espaço muito importante para todos nós.
Contamos com o seu apoio!
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COMO LIDAR CONOSCO
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Sugestões para
quando você encontrar uma pessoa com deficiência.
Faça isso e você verá o quanto é importante e
enriquecedor aprendermos a conviver com a diversidade!
Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando
encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural.
Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do
"diferente". Esse desconforto diminui e pode até mesmo
desaparecer quando existem muitas oportunidades de
convivência entre pessoas deficientes e não deficientes.
Não faça de conta que a deficiência não existe. Se você
se relacionar com uma pessoa deficiente como se ela não
tivesse uma deficiência, você vai estar ignorando uma
característica muito importante dela. Dessa forma, você
não estará se relacionando com ela, mas com outra
pessoa, uma que você inventou, que não é real. Aceite a
deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua
devida consideração. Não subestime as possibilidades,
nem superestime as dificuldades e vice-versa. As pessoas
com deficiência têm o direito, podem e querem tomar suas
próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas
escolhas. Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa
seja melhor ou pior do que uma pessoa não deficiente.
Provavelmente, por causa da deficiência, essa pessoa
pode ter dificuldade para realizar algumas atividades e,
por outro lado, poderá ter extrema habilidade para fazer
outras coisas. Exatamente como todo mundo.
A maioria das pessoas com deficiência não se importa de
responder a perguntas, principalmente aquelas feitas por
crianças, a respeito da sua deficiência e como ela
realiza algumas tarefas. Mas, se você não tem muita
intimidade com a pessoa, evite fazer muitas perguntas
muito íntimas. Quando quiser alguma informação de uma
pessoa deficiente, dirija-se diretamente a ela e não a
seus acompanhantes ou intérpretes. Sempre que quiser
ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser
aceita, antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais
adequada para fazê-lo.
Mas não se ofenda se seu oferecimento for recusado.
Pois, nem sempre, as pessoas com deficiência precisam de
auxílio. Às vezes, uma determinada atividade pode ser
mais bem desenvolvida sem assistência.
Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer
alguma coisa solicitada por uma pessoa deficiente,
sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria
conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar. As
pessoas com deficiência são pessoas como você. Têm os
mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos
receios, os mesmos sonhos.
Você não deve ter receio de fazer ou dizer alguma coisa
errada. Aja com naturalidade e tudo vai dar certo.
Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de
delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.
PESSOAS CEGAS OU COM DEFICIÊNCIA VISUAL
Nem sempre as pessoas cegas ou com deficiência visual
precisam de ajuda, mas se encontrar alguma que pareça
estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber
que você está falando com ela, para isso pode por
exemplo tocar-lhe levemente no braço, e ofereça seu
auxílio. Nunca ajude sem perguntar antes como deve
fazê-lo.
Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da
pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o
movimento do seu corpo enquanto você vai andando.
É sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência
de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em
geral durante o trajeto. Num corredor estreito, por onde
só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço
para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar
seguindo você. Para ajudar uma pessoa cega a sentar-se,
você deve guiá-la até a cadeira e colocar a mão dela
sobre o encosto da cadeira, informando se esta tem braço
ou não. Deixe que a pessoa sente-se sozinha. Ao explicar
direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e
específico possível, de preferência, indique as
distâncias em metros ("uns vinte metros
a sua frente"). Algumas pessoas, sem perceber, falam em
tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas.
A menos que a pessoa tenha, também, uma deficiência
auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido
gritar. Fale em tom de voz normal.
Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia,
lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de
guiar um dono que não enxerga. O cão nunca
deve ser distraído do seu dever de guia. As pessoas
cegas ou com visão sub normal são como você, só que não
enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração
que você trata todas as pessoas. No convívio social ou
profissional, não exclua as pessoas com deficiência
visual das atividades normais. Deixe que elas decidam
como podem ou querem participar.
Proporcione às pessoas cegas ou com deficiência visual a
mesma chance que você tem de ter sucesso ou de falhar.
Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe".
As pessoas cegas as usam com naturalidade.
Quando for embora, avise sempre o deficiente visual.
Lembre-se que nem sempre um cego é colega de outro cego
fONTE:
www.prodam.sp.gov.br/acess/ |
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FALE
CONOSCO |
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